Abertas as inscrições para as 3 oficinas do curso de Jornalismo Multimídia neste semestre
Outubro será o mês de realização das oficinas de Jornalismo 2.0, Reportagem Televisiva e Novas Regras Ortográficas. Esta é uma oportunidade única para você complementar e aprimorar sua formação em Jornalismo Multimídia.
As inscrições estão abertas e devem ser feitas na sala da coordenação de cursos do ICA.
1) OFICINA DE JORNALISMO 2.0, com Evaldo Magalhães – 12h.
Datas: 08 e 15 de outubro
Horário: no dia 08/10 de 08h00 as 12h00. E no dia 15/10 de 08h00 às 12h00 e 13h00 as 17h00.
Local : Núcleo de Convergência de Mídias
Vagas: 15 alunos
A oficina terá como conteúdo básico:
- Contextualização: a Internet, as novas Tecnologias da Informação e da Comunicação e o impacto sobre o jornalismo;
- As fases do jornalismo online; Categorias da Hipertextualidade; Características do webjornalismo;
- O Jornalismo na web 2.0: o que é e como fazer?
- Aulas práticas com apresentação e utilização de ferramentas para webwriting e publicação de conteúdos multimídia;
- Introdução à Reportagem Assistida por Computador (RAC).
2) OFICINA DE REPORTAGEM TELEVISIVA, com profissionais experientes do mercado – 22h
Juliana Perdigão - repórter especial
Elsina Konflaz - editora de rede
Saulo Luiz - repórter cinematográfico
Datas: 22 e 23/10, 29 e 30/10/11 (sábados e domingos)
Horário: Nos dias 22 e 23/10, de 9h as 14h. E nos dias 29 e 30/10, de 09h às 12h - intervalo - 14h às 17h.
Local: Produtora Dígito Zero e sala 08
Vagas: 20 alunos
A oficina fará uma imersão nas práticas de reportagem para TV. Hoje os profissionais multifunção - que fotografam, transmitem online, filmam – são muito requisitados, mas quando as TVs precisam de um repórter que feche um VT e consiga “contar a história” para o formato de televisão, encontram muitas dificuldades.
Portanto, a oficina vai:
1) Abordar os formatos tradicionais de se fazer TV e os novos formatos, exemplificando com VTs que foram ao ar na TV Globo;
2) Propor que os alunos vão para a rua, elaborarem e finalizem a uma reportagem de TV até a edição.
Tudo vai ser acompanhado e discutido com os alunos dentro dos parâmetros usados na TV Globo.
3) NOVAS REGRAS ORTOGRÁFICAS, com Olga Fonseca – 4h.
Data: 22/10
Horário: 08h00 às 12h00
Local: sala 06 do campus Liberdade
Vagas: 30 alunos
A oficina vai tratar das novas regras do acordo ortográfico da língua portuguesa, tratando das principais dúvidas e promovendo exercícios práticos.
Participem!
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Seleção de estagiários para Núcleo de Convergência de Mídias
Edital de seleção de estagiários do Núcleo de Convergência de Mídias - NuC
Total de vagas remuneradas: 4 (quatro).
3 (três) vagas para redação jornalística. Pré-requisito: estar matriculado em Jornalismo ter cursado a disciplina Processos e Técnicas de Jornalismo.
1 (uma) vaga para produção gráfica.Pré-requisito: estar matriculado em Publicidade e Propaganda e ter cursado a disciplina Produção Gráfica.
Inscrições: até 12h do dia 11/03. Enviar currículo e um texto Indicando a vaga pleiteada justificando “Por que quero estagiar no Núcleo de Convergência de Mídias” (entre 15 a 20 linhas) para jornalcontramao@gmail.com
Pré-seleção: 14/03, às 14h, no CEDESP (Campus Aimorés) com Joice. Nesta etapa os candidatos irão passar por uma entrevista e uma dinâmica de grupo.
Dia 15/03, 15h: entrevista e redação no NuC (Campus Liberdade – sala 7).
Dia 15/03, 15h: entrevista e redação no NuC (Campus Liberdade – sala 7).
- Valor da bolsa: R$ 300.
- Horário de trabalho: 4 horas diárias entre 12h e 18h
Resultados: 16/03.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Atenção: seleção de estagiários para a Rede Minas
A Rede Minas de Televisão abriu seleção para estagiários exclusivamente do curso de Jornalismo.
Os coordenadores do ICA fizeram hoje uma reunião para estabelecer esta e outras parcerias muito interessantes para nosso curso. Sobre outras boas oportunidades, aguardem notícias.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Evento Viva a Praça com a participação do Jornalismo da UNA
Neste sábado, 25/09, a professora de rádio Cândida Lemos, e os estagiários sob sua coordenação realizarão a cobertura radiojornalística deste evento especial organizado pelo Núcleo de Extensão da UNA.
O projeto, realizado em diferentes praças da cidade desde 2009/1, tem periodicidade mensal e acontece aos sábados pela manhã. Os diversos cursos da UNA desenvolvem, junto ao público, ações de cunho social e cultural, desenvolvendo atividades de orientação, atendimento, informação, socialização, capacitação, sensibilização nas mais diversas áreas do conhecimento. As ações do projeto envolvem estudantes e professores de diferentes cursos da UNA/UNATEC, e a programação varia por edição.
Nesta edição de amanhã, além de diversas atividades programadas (incluindo “Cinema na Praça” e “Customização de Camisetas”, envolvendo os cursos de Cinema e Moda do ICA), teremos a Rádio UNA, uma cobertura em tempo real de todo o evento - que tem como mote “Dia ‘D’: Responsabilidade Social no Ensino Superior”.
Então, quem quiser um programa animado para a manhã deste sábado, confira o “Viva a Praça” na praça Duque de Caxias, do bairro Santa Tereza (em frente ao Bolão), de 9h às 12h. E prestigie a participação do ICA no evento!
O projeto, realizado em diferentes praças da cidade desde 2009/1, tem periodicidade mensal e acontece aos sábados pela manhã. Os diversos cursos da UNA desenvolvem, junto ao público, ações de cunho social e cultural, desenvolvendo atividades de orientação, atendimento, informação, socialização, capacitação, sensibilização nas mais diversas áreas do conhecimento. As ações do projeto envolvem estudantes e professores de diferentes cursos da UNA/UNATEC, e a programação varia por edição.
Nesta edição de amanhã, além de diversas atividades programadas (incluindo “Cinema na Praça” e “Customização de Camisetas”, envolvendo os cursos de Cinema e Moda do ICA), teremos a Rádio UNA, uma cobertura em tempo real de todo o evento - que tem como mote “Dia ‘D’: Responsabilidade Social no Ensino Superior”.
Então, quem quiser um programa animado para a manhã deste sábado, confira o “Viva a Praça” na praça Duque de Caxias, do bairro Santa Tereza (em frente ao Bolão), de 9h às 12h. E prestigie a participação do ICA no evento!
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Folha dá nove dicas para cobrir casos quentes
O blog Novo em Folha, mantido pela jornalista Ana Estela de Sousa Pinto como extensão do programa de treinamento de novos jornalistas da Folha, pega o gancho do caso Nardoni para dar ótimas dicas de cobertura. Vale conferir o post, reproduzido abaixo (veja o original aqui).
9 DICAS INSPIRADAS PELO CASO NARDONI
Boa hora para dividir com todos os leitores as dicas do nosso professor de direito, GUSTAVO ROMANO [quem quiser saber mais sobre direito, principalmente no que tange ao jornalismo, deve acompanhar o blog dele, aqui]:
Cuidados a tomar em casos midiáticos
Casos como o da Isabella Nardoni, que movimentam a opinião pública e a mídia, mas nos quais não há provas nem confissão, exigem cuidados por parte dos jornalistas:
1 - Atribuir todas as informações às fontes. Se um dia descobrirem que eles eram inocentes, o que não foi atribuído às fontes pode ser usado contra a Folha e os jornalistas responsáveis.
2 - Outros veículos de mídia não são fontes. O fato de algum outro jornal ter publicado algo como certo não significa que ele é verdadeiro. Cheque com uma fonte ou, no limite, atribua ao veículo concorrente.
3 - Tome cuidado com suas próprias emoções, Estamos todos emocionalmente envolvidos, mas ninguém sabe o que de fato aconteceu (talvez nem os réus). Tenha certeza que você está reportando fatos e não suas emoções.
4 - Cuidado com o que as pessoas envolvidas no processo falam. É natural que Ministério Público e advogados queiram usar a mídia para influenciar a sociedade, jurados etc. TUDO tem de ter outro lado. Ou outroS ladoS.
5 - O fato de eles serem condenados no fim do processo não quer dizer que eles são culpados: ainda caberá recurso. O mesmo se eles forem absolvidos. O processo só termina com o trânsito em julgado (quando não há mais possibilidade de recurso)
6 - Há muito jurista dando entrevista para aparecer. E há muito jurista despreparado por aí. Cuidado para não ser levado por informação errada ou fazer propaganda de advogado.
7 - Não se esqueçam de que todos somos inocentes até que haja prova irrefutável em contrário. Cabe ao Ministério Público provar a culpa, e não à defesa provar a inocência.
8 - Você não gostaria que sua família fosse exposta se você cometesse um crime. O mesmo vale para a família de qualquer acusado. Pondere se há um interesse jornalístico ou se há apenas uma curiosidade mórbida a respeito dos membros da família e amigos.
9 - Não se esqueçam de que, se eles forem inocentes eles terão de reconstruir suas vidas do zero. Cuidado para não criarem uma situação na qual essa reconstrução seja impossível. E mais: se eles forem inocentados, suas vidas ainda estarão em perigo. Basta um louco resolver fazer justiça com as próprias mãos. Cuidado para não jogar gasolina na fogueira.
Vale a pena ler de novo: o jornalismo zen e a arte de manter distanciamento
Vale a pena ler de novo: lista de filmes e livros sobre o risco de jornalistas arruinarem a vida dos outors
Vale a pena ver de novo: neste vídeo, MONICA BERGAMO sugere: "Tem que ser um furacão na hora de apurar e um gelo na hora de escrever".
Obs: agradeço à Ana Estela, que gentilmente permitiu a reprodução do texto. Siga no Twitter: @anaestela
9 DICAS INSPIRADAS PELO CASO NARDONI
Boa hora para dividir com todos os leitores as dicas do nosso professor de direito, GUSTAVO ROMANO [quem quiser saber mais sobre direito, principalmente no que tange ao jornalismo, deve acompanhar o blog dele, aqui]:
Cuidados a tomar em casos midiáticos
Casos como o da Isabella Nardoni, que movimentam a opinião pública e a mídia, mas nos quais não há provas nem confissão, exigem cuidados por parte dos jornalistas:
1 - Atribuir todas as informações às fontes. Se um dia descobrirem que eles eram inocentes, o que não foi atribuído às fontes pode ser usado contra a Folha e os jornalistas responsáveis.
2 - Outros veículos de mídia não são fontes. O fato de algum outro jornal ter publicado algo como certo não significa que ele é verdadeiro. Cheque com uma fonte ou, no limite, atribua ao veículo concorrente.
3 - Tome cuidado com suas próprias emoções, Estamos todos emocionalmente envolvidos, mas ninguém sabe o que de fato aconteceu (talvez nem os réus). Tenha certeza que você está reportando fatos e não suas emoções.
4 - Cuidado com o que as pessoas envolvidas no processo falam. É natural que Ministério Público e advogados queiram usar a mídia para influenciar a sociedade, jurados etc. TUDO tem de ter outro lado. Ou outroS ladoS.
5 - O fato de eles serem condenados no fim do processo não quer dizer que eles são culpados: ainda caberá recurso. O mesmo se eles forem absolvidos. O processo só termina com o trânsito em julgado (quando não há mais possibilidade de recurso)
6 - Há muito jurista dando entrevista para aparecer. E há muito jurista despreparado por aí. Cuidado para não ser levado por informação errada ou fazer propaganda de advogado.
7 - Não se esqueçam de que todos somos inocentes até que haja prova irrefutável em contrário. Cabe ao Ministério Público provar a culpa, e não à defesa provar a inocência.
8 - Você não gostaria que sua família fosse exposta se você cometesse um crime. O mesmo vale para a família de qualquer acusado. Pondere se há um interesse jornalístico ou se há apenas uma curiosidade mórbida a respeito dos membros da família e amigos.
9 - Não se esqueçam de que, se eles forem inocentes eles terão de reconstruir suas vidas do zero. Cuidado para não criarem uma situação na qual essa reconstrução seja impossível. E mais: se eles forem inocentados, suas vidas ainda estarão em perigo. Basta um louco resolver fazer justiça com as próprias mãos. Cuidado para não jogar gasolina na fogueira.
Vale a pena ler de novo: o jornalismo zen e a arte de manter distanciamento
Vale a pena ler de novo: lista de filmes e livros sobre o risco de jornalistas arruinarem a vida dos outors
Vale a pena ver de novo: neste vídeo, MONICA BERGAMO sugere: "Tem que ser um furacão na hora de apurar e um gelo na hora de escrever".
Obs: agradeço à Ana Estela, que gentilmente permitiu a reprodução do texto. Siga no Twitter: @anaestela
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segunda-feira, 15 de março de 2010
Estadão reformula site e impresso
Um dos mais tradicionais jornais do país, o Estado de S. Paulo (Estadão, para os íntimos) está de cara nova. Uma reforma gráfica ganhou espaço nas páginas impressas e virtuais do veículo. Entre as mudanças mais interessantes do site está o destaque ao nome dos repórteres que produziram as notícias. O site, aliás, está mais longo e se divide agora em três colunas.
Há, também, um hotsite com o panorama das alterações. Além de apresentar as mudanças no jornal, o hotsite mostra sua evolução, desde o lançamento, em 1875, com o nome de A Próvíncia de São Paulo (ao lado).Vale conferir!
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Relatório prevê mudanças em cursos de jornalismo
Car@s alun@s,
Na última sexta, 18/09, uma comissão de especialistas entregou ao MEC relatório que prevê uma série de mudanças nos cursos de jornalismo de todo o país. A comissão, encarregada de pensar as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso, propôs como alterações principais:
A quem quiser ler mais sobre o assunto, sugiro as reflexões do blog monitorando e do 300.
O que acharam das mudanças?
Na última sexta, 18/09, uma comissão de especialistas entregou ao MEC relatório que prevê uma série de mudanças nos cursos de jornalismo de todo o país. A comissão, encarregada de pensar as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso, propôs como alterações principais:
- a separação dos cursos de Jornalismo e de Comunicação - o jornalismo deve se tornar um curso independente, não mais uma habilitação da Comunicação Social;
- o aumento da carga horária, das atuais 2.700 horas para 3.200 horas; dessas, 200 seriam de estágio e 300, de atividades complementares (cursos, trabalhos voluntários etc);
- a criação do estágio obrigatório, que pode ser voluntário, com no mínimo 200 horas;
- TCC prático e individual - o projeto torna obrigatória a realização de uma grande reportagem e de um relatório sobre ela, que faça uma reflexão teórica;
- mudança das disciplinas, que serão divididas em seis eixos, todos com carga horária semelhante - os eixos são humanístico, específico, contextual, profissional, processual e laboratorial
- ênfase à autonomia do profissional
A quem quiser ler mais sobre o assunto, sugiro as reflexões do blog monitorando e do 300.
O que acharam das mudanças?
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
José Marques de Melo fala sobre o futuro do jornalismo
Car@s alun@s,
Na última sexta, os professores Aurélio, Jorge e eu, além de vários alunos, estivemos na gravação do programa Rede Mídia, da TV Minas. O entrevistado era o professor José Marques de Melo, um dos mais respeitados teóricos do jornalismo. Um resumo do que foi debatido está abaixo.
Abs a todos!
Joana
Na última sexta, os professores Aurélio, Jorge e eu, além de vários alunos, estivemos na gravação do programa Rede Mídia, da TV Minas. O entrevistado era o professor José Marques de Melo, um dos mais respeitados teóricos do jornalismo. Um resumo do que foi debatido está abaixo.
Abs a todos!
Joana
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